sexta-feira, 15 de junho de 2007

Discussão

Tive na noite de hoje uma discussão a respeito de música com o vice-líder da mocidade da
nossa igreja. Ele me chamou a atenção pelo fato de eu estar tocando uma música
do Caetano Veloso com a galera jovem no ônibus na volta de um passeio que a gente deu na City de Joinville.

Aí me
vem a idéia para esse post. Como se
comportar frente a isso?
Não quero entrar em tolas discussões teológicas,
éticas, morais ou quais sejam. Tenho minha idéia bem formada já sobre o assunto.

Não
creio que a gente deva dividir o mundo entre Deus e o Diabo e delegar-mos ao
segundo tudo o que os "humildes" servos do primeiro considerem errado. Não é bem
assim. Existem músicas que não se referem a Deus, mas nem por isso podem ser
rotuladas como satânicas.

Achar que o artista por professar uma
suposta fé evangélica, fazer uma pretensa música gospel, deva ser considerada de Deus e que tudo o que
está fora disso do Diabo é um radicalismo tolo e ultrapassado. Tem muita música
dita gospel que não
lembra em nenhum momento o nome de Deus ou Jesus, deixam tudo implícito, dando
margem para dúbias interpretações.

Assim, acho que é hora de nós
tomarmos partido, escolhermos se queremos servir a Deus verdadeiramente ou se
vamos ficar nos preocupando com picuínhas que não levam a nada.
Mas também, pouco
importa. Nós os jovens somos a igreja do futuro, somos nós que vamos louvar a
Deus quando essa ultrapassada geração se for. Então eles podem ainda defenderem
seus pontos de vista agora, logo eles não estarão mais aqui...

Dizem que a igreja está
cada vez mais distante do primeiro amor e acham tantos motivos. Tudo bem, podem
dizer que nós vamos ser uma igreja fria, morta, mundana. Acho que Deus conhece a
cada um e saberá entender as diferentes visões de mundo entre diversas
gerações...

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